LITERATURA / AUTORES

Helena Theodoro


Carioca, escritora, bacharel em Ciências Jurídicas e Sociais, doutora em Filosofia, mestre em Educação, Helena Theodoro é estudiosa e pesquisadora da cultura afro-brasileira com publicações de relevo na área.

Atualmente, faz Pós-doutorado no Programa de Pós-Graduação em História Comparada e é conselheira do FUNDO ELAS.

Escritora de muita sensibilidade, Helena Theodoro tem contribuído no estudo da presença africana na cultura brasileira.

Obra publicada:


Tom Farias


Tom Farias é jornalista, professor de literatura brasileira, escritor, crítico literário, pesquisador, biógrafo, dramaturgo e roteirista.

Tom Farias é autor de 13 livros, entre biografias, romances, peças de teatro, ensaios literários, infanto-juvenis.

Finalista do Prêmio Jabuti, de 2009, já recebeu prêmios concedidos pela Academia Brasileira de Letras, Câmara Catarinense do Livro e Governo do Estado de Santa Catarina.

Sua obra mais recente - “Carolina: uma biografia” – é a mais completa já publicada sobre a escritora mineira, Carolina Maria de Jesus.

Obra publicada:


Teresa Cárdenas


Teresa Cárdenas Ângulo é narradora, poetisa, atriz, contadora de histórias e assistente social.

Membro da Associação de Escritores da União de Escritores e Artistas de Cuba recebeu inúmeros prêmios que a credenciam como uma das vozes mais relevantes da literatura para crianças e jovens em Cuba.

As suas histórias aparecem em diferentes antologias em vários países. O seu trabalho faz parte do programa acadêmico da Universidade de Havana e de universidades de vários estados do Brasil.

Com quatro livros publicados no Brasil: “Cartas à minha mãe”, “Cachorro velho”, “Contos de Olofi” e “Mãe sereia”, Teresa Cárdenas já percorreu o país participando da abertura de congressos literários, encontros com universitários e mesas redondas sobre cultura negra.

Obra publicada:


Macedo Griot


Edilson Macedo de Moraes, o poeta Macedo Griot

Nascido em Laranjeiras e criado na Baixada Fluminense, aos 18 anos Macedo Griot teve o primeiro contato com a cultura afro.

Poeta, ator, autor teatral, músico, compositor, educador e produtor cultural ele é uma espécie de griot por guardar, interpretar e transmitir a história de um povo através do seu trabalho.

Seu carisma, talento e simplicidade lhes deram acesso a importantes Terreiros de Candomblé, como os da saudosa Mãe Beata de Yemanjá, Mãe Meninazinha de Oxum e Mãe Regina Lúcia do Axé Opó Afonjá.

Obra publicada:


Lúcia Neves


Lúcia Maria Wanderley Neves é doutora em Educação pela Universidade Federal do Rio de Janeiro, pesquisadora educacional, com produção acadêmica extensa e larga experiência em organização de livros.

Mais recentemente vem se dedicando ao estudo sobre teoria da cultura e também publicando na área de literatura.

Escreveu e organizou entre outros livros: “Educação e política no Brasil de hoje” (2005); “A nova pedagogia da hegemonia” (2005); “Dez cânticos de alcova... e outros poemas” (2011); “Educação básica: tragédia anunciada?” (2015); “Meu cabeleireiro e eu”, sob o pseudônimo de Alícia Seven (2015).

Obra publicada:


Eliana Alves Cruz


Eliana Alves Cruz é escritora, jornalista pós-graduada em comunicação empresarial e produtora cultural. Vencedora do concurso da Fundação Cultural Palmares/MINC 2015, com o romance “Água de barrela”, baseado na trajetória de sua família, desde a metade do século XIX, na África, até os nossos dias.

Participou das coletâneas Cadernos Negros do Quilombhoje literatura e “Perdidas, histórias para crianças que não tem vez”, da Imã Editorial.

Segundo Eliana, “Não queremos mais aquilo que embranquece a negra maneira de ser. Não queremos mais o lento e constante apagamento da cor de terra molhada suada, encantada... Queremos os remendos dos panos, nas tramas dos anos sofridos, amados... E, acima de tudo, apaixonadamente vividos”.

Obra publicada:


Éle Semog


Éle Semog é um dos mais renomados poetas negros do Brasil. Nascido em Nova Iguaçu, na baixada fluminense, seus poemas estão em livros, como O arco-íris negro (1979) e Atabaques ( 1984), em parceria com José Carlos Limeira e A cor da demanda (1997).

Colaborou em antologias, como A razão da chama (1986) e escreve em periódicos como o Cadernos Negros.

A cor da demanda é poesia pura. Neste livro, Éle Semog lança seu olhar afiado como lâmina em brasa sobre as realidades que ora nos afligem, ora nos enternecem.

Seus poemas traduzem com uma sinceridade emocionante, e sem concessões, as conexões que o poeta traça com “os urbanos”, “com as mulheres”, “com o romance”, “com as crianças”, “com o machismo” e com o “racismo” – esta chaga que constitui e conduz as nossas sociabilidades.

Obra publicada:


Carlos Carvalho


No início dos anos 2000, Carlos Carvalho começa a sua vida musical como funkeiro e sambista. A partir daí, foi coordenador docente das Oficinas de Música do “Galpão para o Trabalho e Cidadania”, do SENAC/Rio, local onde sua trajetória como artista/educador teve início.

Atualmente, é músico instrumentista, compositor, pedagogo, escritor, professor na rede municipal de ensino, contador de histórias.

Desde 2010, ele atua como artista e educador, docente e coordenador, idealizador/criador no projeto itinerante Música & Letramento, uma grande aula que mistura as habilidades artísticas de Carlos Carvalho com a participação direta do público que é convidado a tocar instrumentos musicais e cantar canções que resgatam a história e representatividade afro-brasileira.

Obra publicada:


Maurício Pestana


Pela primeira vez surge um trabalho direcionado às crianças sobre as lendas e deuses trazidos pelos escravizados ao Brasil.

Nele, o cartunista Maurício Pestana utiliza uma linguagem lúdica e bastante didática, quebrando preconceitos e tabu, além de trazer para o público em geral uma visão bastante interessante dos deuses e das lendas milenares africanas.

A série de 12 livros “Lendas e Deuses da África” tem prefácios de Lázaro Ramos, Simoninha, Margarete Meneses, entre outros. “Esse trabalho, no qual tenho me debruçado há mais de 10 anos em pesquisar a forma e como passar o conteúdo, chega em um ótimo momento, uma vez que os relatos de intolerância religiosa têm chegado cada vez com mais força ao ambiente escolar principalmente nos níveis de 1ª e 2ª graus”, ressalta o autor.

Obra publicada: